Mitroca!
te espero no Grande Hotel...


meu troço, pufem, adorador de cotovelos grandes e espertos, coisa mais fofa que me aconteceu nos últimos tempos, amante de pagodes nostálgicos e insuspeitos, de sorrisos marotos e malandros, de todas as minhas espontaneidades....

eu amo você.

feliz aniversário.
surtando
Hoje acordei às 5, com tudo pra fazer, e inventei de dar uma busca por meu nome no Google...

"Geórgia Cynara"

gente... eu pirei....
sério.
só dá eu!
rs
hipóteses
meus olhos que naturalmente mal se abrem estão ainda mais cerrados.

1. deve ser sono.

2. deve ser porque ando sorrindo muito com tudo de bom que vem acontecendo comigo...

3. deve ser o sol.

4. deve ser tudo isso aí misturado.
mutação
as gérberas alaranjadas se arroxearam, incharam e viraram leves pufens de pelúcia lilás.
agora, o inexplicável:
como é que uma garrafa de tequila é a alma gêmea de tal criatura?

...

a quem quis palmas,
resta o silêncio
( )
estrangeiro
fica o que não se diz
fica o que já se foi
os olhos fogem mais que as mãos

a procura é vã, os encontros são
meios de se perder a direção,
que é rara, se sabe

clara insensatez
à dor dá vazão
"vem que é SUA vez,
segura a minha mão"

fica o que nunca foi,
fica o que já não há,
nada que de novo não faltará

a quem não escolhe, resta vagar
estrangeiro em qualquer lugar
zen:

palavra tão simples
quanto o estado que a caracteriza
depois de esperar em tantos cais, assistir a tantas partidas, chegadas, afogamentos e assaltos de alma, após eu mesma embarcar, ir pra longe, voltar, partir de novo, me afogar e ser saqueada, aprendi que o respeito é maior que o que nós julgamos ser o amor.

antes era um navio, que virou um barco, que virou jangada, que virou uma bóia de pneu que não naufraga como naufragou o navio (que talvez nunca tenha existido). e ela está lá, em alto mar, destemida e consciente de sua fragilidade. la vai ela, murchando de tempos em tempos, como se se esvazia das ilusões antes tidas como palpáveis... um brinde à murcheza característica do preencher-se de realidade!
- Montanha russa?
- Confirmado.
- Liquidificador?
- Confirmado.
- Trator?
- Confirmado.
- Colônia de joaninhas?
- Confirmado.
- Família de ovelhas-xadrez?
- Confirmado.
- Luvens choronas?
- Confirmado.
- Então tá tudo bem com ela.
A lagartixa albina e grandona disfarçou-se de algodão pra bicar a nuvem. Mas quando ela espirrou o algodão foi pra longe, a lagartixa ficou pelada de novo e a nuvem riu e choveu.
se ousas me dizer: "vem",
te direi apenas:
"estou pronta".

mudei a lente, o filtro, o foco, e, apesar do desconforto da memória, tive um dia bom como há dias não tinha.

de repente, tudo que eu deixei pra trás - resolução tardia - se esfarelou na minha mão, e não podia acreditar, aquilo parecia tão imenso, sólido como pedra, aquela que um dia foi tirada do seu habitat por causa de um significado que se supunha verdadeiro. ilusão!

tirou a venda do meu rosto, passando a mão no meu cabelo embaraçado. agora sorrio e olho pra você como se você fosse fazer parte do que eu acredito. e olho pra trás com um mínimo pesar - aquele modo solene e distante de encarar o passado.
cheguei!!!
Rumo a Portugal - 0

Cá estou eu, no aero-POTRO internacional de guarulhos, a esperar meu vôo para lisboa...

Aiai, que cousa de tempo que não passa...

 

rs

nosso filme em Portugal!




AnoniMato é selecionado para o Festival de Cinema de
Países de Língua Portuguesa

O documentário AnoniMato (GO), dirigido pelo
pesquisador Orlando Lemos e co-dirigido e roteirizado
pela jornalista e música Geórgia Cynara, foi
selecionado para participar da segunda edição do
Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa, o
CINEPORT, na categoria Andorinha Digital. O festival é
promovido pela Fundação Cultural Ormeo Junqueira
Botelho, com o objetivo de desenvolver e integrar o
mercado cinematográfico dos Países de Língua
Portuguesa, bem como reunir personalidades ligadas ao
audiovisual desses países, estimulando o intercâmbio
cultural entre eles. O II CINEPORT será realizado de 1
a 11 de junho, na cidade de Lagos, região do Algarve,
em Portugal.

29o Guarnicê

Com 12’ 31’’ e em formato digital, AnoniMATO é um dos
dois filmes goianos selecionados para a mostra
Guarnicê de Vídeo, dentro da programação da 29a edição
do Festival Guarnicê de Cinema. O evento é uma
realização da Universidade Federal do Maranhão, e vai
ocorrer de 13 a 19 de junho, em São Luís (MA). Dos 100
trabalhos inscritos, foram escolhidos 27 filmes
produzidos nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo,
Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia,
Espírito Santo, Paraíba, Ceará, Pará, Distrito Federal
e Goiás.

O filme

Primeiro produto audiovisual no mundo a mostrar a
situação da saúde nas comunidades indígenas do Alto
Rio Negro, região noroeste da Amazônia, AnoniMATO foi
finalizado em março de 2006, com o apoio institucional
da Aldeia Materiais de Acabamento, Federação das
Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) e
Universidade Católica de Goiás. O reitor da UCG,
Wolmir Amado, ressalta a preocupação da universidade
com a questão indígena no Brasil e a importância do
documentário neste processo. “A questão desperta
constante polêmica por sua complexidade. A UCG está
engajada na pesquisa e ensino desta temática desde o
início da década de 70, buscando a compreensão e
elucidação de problemas étnico-sociais”, pontua o
reitor. E acrescenta: “Contribuir para a expressão
cultural dos povos do Alto do Rio Negro orgulha a
instituição, pela importância deste material para o
resgate da auto-sustentabilidade das várias sociedades
da região”.

Chefe de Gabinete da Reitoria da UCG e colaborador do
projeto, Giuseppe Bertazzo reforça o caráter inédito
do documentário: “A partir dessa iniciativa única
levantam-se questões importantes, com um olhar
respeitoso e não paternalista de brancos sobre a causa
dos povos indígenas. Este documentário é um produto
que vem para enriquecer o Acervo de qualquer
Universidade do mundo”, ressalta Bertazzo.

A proposta do documentário consiste em, partindo de um
olhar poético e ao mesmo tempo de denúncia, chamar a
atenção da sociedade civil, bem como das autoridades
do Governo Federal, para as dificuldades sofridas
pelos habitantes de uma região de difícil acesso da
Floresta Amazônica - o Alto Rio Negro - e estimular,
dessa forma, a pesquisa e o voluntariado profissional
nas áreas social, da saúde, educação e preservação do
patrimônio cultural imaterial das 22 etnias que
habitam a região. O documentário trata das condições
precárias de saúde, do descaso do governo, da
aculturação como uma das facetas da educação trazida
pelo branco, das dificuldades de comunicação dos
índios com o mundo, das raras tradições que permanecem
firmes diante da ocidentalização, da perda da
identidade decorrente deste processo. Todos esses
problemas se misturam a uma história de amor entre
Lúcia, mulher Hupd?ah semi-cega de tracoma com uma
perna necrosada por causa de uma picada de cobra, e
seu marido Nazareno, que, ao acompanhá-la no
tratamento, se perde na cidade grande.

AnoniMATO é fruto de uma temporada de 60 dias de
Orlando Lemos na Amazônia. “Revirar conceitos do
avesso não acontece todo dia. Gravar as imagens de
AnoniMato em meio a tempestades tropicais, cobras e
mosquitos foi um dos maiores jogos de tensão que já
pude experimentar. Viajar por dias e noites sobre as
águas negras da região e conviver com a exuberância e
majestade da selva só potencializaram os contrastes
encontrados a seguir: os desastrosos desdobramentos
que os brancos levaram para os povos da região. As
doenças, a fome, a religião e língua impostas. O vácuo
criado em suas culturas nos elos rompidos pela acidez
de nosso descuido nos provoca uma reflexão para onde
realmente estamos `evoluindo?”, enfatiza o diretor.

O filme também é resultado da pesquisa realizada a
partir do encontro de Orlando com Geórgia Cynara. “A
ousadia deste projeto vai além da descoberta de uma
região onde indígenas nunca haviam tido contato com
uma câmera de vídeo. AnoniMato é um
documentário-ficção e a redundância ao se dizer isso
reside no fato de que é a nossa visão da questão,
nossa forma de vê-la e contá-la”, diz a jornalista. “O
nosso olhar sobre aquela realidade merecia o suporte
narrativo de uma trilha sonora que realçasse tanto a
história de amor condutora do filme quanto os
problemas levantados ao longo dela”, analisa Geórgia
que assina, além do roteiro, a composição e execução
da trilha original do filme.

Ficha Técnica

AnoniMato, Brasil, março 2006, documentário, 12?31??

Direção Orlando Lemos
Roteiro e co-direção  Geórgia Cynara
Produção e legendas em inglês  Casa da Aninha
Imagens  Orlando Lemos (setembro_outubro 2004)
Edição e pesquisa  Geórgia Cynara e Orlando Lemos
Som e fotografia  Orlando Lemos
Trilha sonora original  Geórgia Cynara
Versão inglesa  Patrick O’Sullivan e Anne O’Sullivan
Finalização Casa da Aninha
Assessoria de Comunicação zeroum comunicação



ROCK COM CINEMA


CINE CAPRI ANIMA A NOITE DO ROCK NA JUMP

A banda Cine Capri vai se apresentar nesta quinta-feira, 4 de maio, dentro da programação do projeto Hard Amp, desenvolvido pelo selo alternativo goiano Be Acid. O grupo se apresenta ao lado da banda Plano B, a partir das 22 horas, na Jump Dance Club, no Setor Oeste.

Perfil - Domingos tediosos, o centro da cidade, reflexões sobre a vida, a iminência de um ataque cardíaco e cinco figuras caricaturáveis, reunidas com um único objetivo: divertir os outros se divertindo. Essa é a banda Cine Capri, nascida em março de 2005. O nome da banda só surgiria quase seis meses depois, como uma homenagem a um antigo cinema do Centro de Goiânia, que acabou virando Igreja Universal.

As influências da Cine Capri vão de indie-rock, brit e power-pop a punk-rock e heavy metal. As letras são divertidas; às vezes introspectivas ou reflexivas, todas em português. As canções e arranjos são todos de autoria da banda. "Neste um ano de banda temos divertido o público fazendo música simples, divertida e de qualidade", resume Geórgia Cynara, vocalista da banda.
A Cine Capri já conta com um repertório que revela a diversidade de influências musicais de seus integrantes. São nove músicas e um cover da banda Supertramp. Destaque para as músicas Cume, Piripaque, Vazão e Eu tô no Centro, esta última uma homenagem ao Centro de Goiânia, onde funcionava o cinema que deu nome à banda. Eu tô no Centro é uma das faixas que compõem a coletânea da gravadora Monstro Discos, lançada em março deste ano. A gravação do primeiro álbum da Cine Capri está prevista para o segundo semestre de 2006.

Integrantes:
Homero Henry (bateria)
Eládio Garcia (guitarra)
Carla Pires (baixo)
Vivian Collicchio (teclado)
Geórgia Cynara (vocal)
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CINE CAPRI NO HARD AMP
Data: 04/05/2006
Horário: 22 horas
Local: Jump Dance Club - Av. República do Líbano, nº 1742, St. Oeste.
Fone: (62) 3213.3656 / 3212.5805
Entrada: 5 reais
Apoio: Casa da Cultura Digital, zeroum comunicação

Contato: cinecapri@gmail.com / Geórgia Cynara – 062 9112-3393


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esc

a uma certa gérbera

hoje acordei pensando que estou mais forte, maior. devem ser bolhas cheias de gérberas namorando ovelhas-xadrez inchando meu ventre e causando um desconforto tão simpático quanto uma cócega - aquela cujo lugar de fazer eu descobri.

pensei também nesse chocolate todo, amargo, doce, de gérberas frenéticas e cantarolantes, e também no pastel com recheio de chuva, que a gente só tem na nossa casinha, que fica bem naquele lugar do cangote.

todos os brindes de dry martini mais geladinho à minha nuvem que também é flor.

KEEP RUNNING, FOREST, RUN!!!!!

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BRASIL, Centro-Oeste, GOIANIA, Mulher, Arte e cultura, Cinema e vídeo, literatura
MSN - geossol@hotmail.com

 
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